quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Segunda-feira eu começo...

...e eu comecei!
Início de ano, de mês, de semana é sempre bom para começar alguma coisa...ou pelo menos para prometer que vamos começar!
Acho que as promessas são muito válidas, servem como uma cobrança subconsciente. Algo que fica ali te lembrando, como aqueles fantasminhas de desenho animado, que você deve ou não deve fazer determinada coisa! Como uma consciência com voz mesmo!
Eu fazia listinhas de ano novo (devido à mania de escrever) e ia "ticando" item a item que fosse concluído ou realizado. No ano seguinte e nos posteriores percebia que algumas coisas nunca mudavam e continuavam ali...depois de amadurecer percebi que algumas coisas realmente não mudam simplesmente porque queremos, nem coisas que teoricamente dependeriam só de mim...algumas coisas só acontecem mesmo quando tem que acontecer! Claro que não podemos usar isso de uma verdade absoluta e ficar esperando o tempo certo chegar, devemos nos mexer, movimentar energia para que isso se realize, é preciso dar o primeiro passo.
E foi isso que fiz segunda-feira, dei o primeiro passo, literalmente! Voltei a caminhar!
Caminhar traz uma sensação muito curiosa, estimula o raciocínio de uma maneira muito incrível. Claro que existem explicações científicas para isso, exercícios físicos regulares melhoram raciocínio e memória. Mas não é sobre essa sensação que estou falando, é sobre a sensação de estar sozinho sem estar, de conseguir enxergar uma linha de raciocínio com fatos que antes pareciam isolados. Você está na rua, sujeito a encontrar dezenas, centenas de pessoas, mas está sozinho; as cenas que passam pela rua me fazem lembrar de outras cenas e de repente encontro uma ligação para tudo, um entendimento maior das coisas. Talvez a mudança de cenários enquanto caminho porporcione isso. E para quem caminha em lugares tranquilos, cercados de natureza, pode acreditar, há também mudanças de cenários ali. São tons diferentes de verde, pássaros com cantos distintos estabelecendo alguma comunicação, e aquela paz que a paisagem traz...aquilo sim coloca as cenas da nossa vida no lugar. É divertido passar pelo mesmo caminho todo dia e conseguir encontrar algum detalhe não percebido antes, ver uma construção com outros olhos, ver as pessoas correndo, suando, caminhando com dificuldade, sem saber o que move cada uma delas!
Sei o que me move... sempre gostei de caminhar, mas começava, parava, voltava...sem frequencia estabelecida, sem meta a ser cumprida.
Desta vez tive três motivos declarados para começar a caminhar:
Eu sempre tive um sonho, e planejo cumprí-lo antes dos 35. O sonho de percorrer o Caminho de Santiago de Compostela, pelo caminho francês, a pé. Para isso é preciso planejamento financeiro e principalmente físico. Também por isso voltei a caminhar, agora com meta estabelecida, um objetivo a alcançar. Preciso caminhar maiores distâncias em menos tempo, disposta a enfrentar tudo, temperaturas variadas, obstáculos, sede, cansaço e muitas outras coisas que podem surgir no caminho.
Domingo tive um dia difícil, percebi que precisava me distrair mais e ocupar minha mente em parte das horas vagas. Caminhar é uma boa maneira de ocupar a mente sem ocupar, você pensa em tudo mas não pensa em nada, o cenário está ali para te distrair, te permite mudar o pensamento, o foco a todo momento. Você pode simplesmente ir caminhando e observando o redor, ou não observando nada e de repente, uma enorme calma toma conta dos seus sentidos e vai colocando tudo no lugar. (Comigo é assim!) Ou pode ainda só querer ter a deliciosa sensação do vento batendo no rosto.
O terceiro motivo na verdade são dois motivos relacionados (que eu juro jamais quis declarar) e pelo que tenho compartilhado com as amigas está ligado ao fato da aproximação dos 30 anos: a gente pisca e não é mais como éramos antes, assim, no instante de uma piscada mesmo. São eles a falta de tonicidade da pele e a hidrolipodistrofia ginóide (que eu me recuso a tratar aqui como flacidez e celulite!rs). Gente taí a prova que todas as mulheres, magras ou não, passam por isso. Então se pudermos amenizar esses males enquanto é tempo, a caminhada é uma ótima aliada! Não, não sou fanática com cuidados de beleza nem idealizo um corpo perfeito, estou bem longe disso porque há beleza em tudo, é só saber observar! Mas realmente tem me incomodado ultimamente, então se posso unir o útil ao agradável, porque não?
E claro que como todo ser humano precisa sempre de estímulos para viver...não vou parar nesses três motivos, quero me superar, e quem sabe, de caminhadas passar a correr e participar de uma mini maratona.
Essa foi uma das minhas resoluções para entrar melhor nos 30 anos...
Mas todo dia é dia de tomar decisões que melhorem nossa vida, nosso jeito de ser, de viver...
E já que precisamos associar decisões a datas específicas, amanhã é novembro! Que tal já fazer uma listinha de resoluções para que ele seja doce?
 
 
 
 
 

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Confusas necessidades

Em alguns dias parece que perco o controle das minhas necessidades...
ao mesmo tempo que quero muito uma coisa, me pergunto se preciso mesmo disso,
ao mesmo tempo que tenho todos os motivos pra estar feliz e agradecida a Deus faço alguns questionamentos de coisas que (acho eu) fazem falta na minha vida;
quero dar a cara a tapa e sair pelo mundo mas também quero viver pertinho da família - não quero estar longe caso eles precisem de mim;
imaginando que o melhor a fazer nesses momentos, ou ao menos o que me dá maior resultado, é ficar sozinha, quieta no meu canto, mas tamanha é a ambiguidade das minhas necessidades e percebo que é exatamente o oposto. Fico lá recolhida numa profunda introspecção mas esperando que alguém no universo perceba (por pura intuição, claro!) que eu estou precisando de um pouquinho de atenção, ou melhor, de compreensão mesmo que sem concordância,
sinto vontade de chorar mas me pego rindo de mim por não conseguir identificar que sentimentos são esses...
Se tem remédio? Diversos!
Um abraço apertado, receber notícias de pessoas queridas, ouvir uma boa música, assistir a uma cena de gentileza, comer chocolate incansavelmente (sem se preocupar com a balança ou espinhas), sair às compras com um cartão de crédito sem limite, observar paisagens na estrada (para mim essa é uma das melhores terapias), se sentir compreendido pelo outro, dançar aquela música que você mal entende a letra mas gosta da batida e se sente bem, leve, solto.
É tudo tão confuso que demorei duas semanas pra concluir esse pequeno texto, porque o maior remédio de todos (para a maioria dos problemas) é o TEMPO: preciso, implacável, acertado.
Só através do tempo conseguimos entender, perceber, analisar as coisas como elas realmente são. Entender o porquê de tanta coisa acontecer mas principalmente entender nossas reações frente à cada situação.
 
Ah...o tempo!
 
Só hoje, passado alguns dias, consigo entender o que realmente me deixava confusa na última semana.
Há quem pensasse que eu estava entrando em um ciclo depressivo ou numa crise de estresse... mas não...era simplesmente a variação hormonal causada pela TPM, que oscila tanto de um dia para o outro e faz com que os homens digam que as mulheres são seres difícies de entender, só porque apresentamos uma pequena (#sóquenão) oscilação de humor!
Tão simples, né? Nada como o tempo, para desfazer essa ambiguidade de desejos, para curar os sentimentos negativos, para por tudo no lugar e trazer paz.
 
Ah...o tempo!
é ele quem leva e ele mesmo quem trará no próximo mês todas as ambíguas necessidades de volta...
e aí, é esperar o tempo passar de novo, e de novo, e de novo...
 

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Sobre o "Amor Amor"

Vinha refletindo sobre algumas questões voltadas aos relacionamentos.
Muita gente se queixando de posturas, comportamentos, ações que se você analisar muito a fundo se pergunta, isso faz mesmo parte do Amor? Precisamos disso? Onde está a magia nisso? Relacionamento é isso? E o "isso" são tantas coisas...
vejo dúvidas de todas as idades, de relacionamentos novos, antigos, de gente que está só se conhecendo, de gente que está se preparando para subir ao altar, de gente que está sozinha porque ainda não identificou onde está a magia do amor ou o que vale a pena suportar por ele.
São pessoas próximas ou pessoas que desabafam pela internet, depoimentos em revistas, a até mesmo cenas de filmes e novelas (de novelas, aquelas poucas que se comparam à vida real).
Ontem lendo o texto do Carpinejar que compartilhei aqui no Blog, encontrei boas definições sobre o Amor, tratado por ele como Amor Amor:

...Aquele amor que não precisa ser justificado, que independe do que a pessoa viveu - não apaga nem reduz o seu passado mas transforma toda sua vida em algo que valeu a pena até ali.
...Aquele amor que compreende, mesmo não concordando, e sem julgamentos.
...Aquele amor que ultrapassa barreiras físicas, meteorológicas, financeiras, porque é amor, e para o amor não existem barreiras.
...Aquele amor pautado na reciprocidade - não porque você faz algo esperando em troca, mas porque existe respeito na reciprocidade.
...Aquele amor que faz das fraquezas, forças.
...Aquele amor que utiliza as diferenças como meio de diversidade e não como forma de oprimir, ofender, reduzir o outro porque você não é assim, não pensa assim, não agiria assim numa mesma situação.
...Aquele amor que entende a importância que tem os amigos, a importância do silêncio assim como a do diálogo, e outras diversas coisas que sim, são importantes para uns mesmo que não sejam importantes para outros...

Mas temos visto aquele amor que faz vigorar a desistência, o "chutar o balde", o querer chegar ao final sem ter vivido todo o caminho, aquele amor egoísta, racional, que busca soluções sem se preocupar com a causa. Tratamos logo do efeito e esquecemos que o início do problema é que deve ser tratado, compreendido, medicado.

Não é fácil praticar esse amor. Temos nosso individualismo, nossas crenças, por mais sensatos que sejamos, acreditamos em algum momento que estamos certos, que estamos acima do outro, acreditamos que a discussão que provoca o medo pode nos dar alguma garantia da permanência. Mas sem amor não existe permanência, porque não existe consistência, e ninguém constrói uma casa na areia.

Mas o bom da vida é isso, errar e ter a chance de aprender, de melhorar. Conhecer outros amores pra valorizar o Amor Amor. Conhecer o Amor Amor pra entender que acima de tudo precisamos do Amor Próprio para praticar o amor Ágape, divino, incondicional.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Compartilhando... "Fabrício Carpinejar: Amor Amor ou Vinícius de Moraes"

Olá leitores!
Recebi esse texto de uma amiga (Obrigada, May) e não pude deixar de compartilhar...
É do escritor gaúcho Fabrício Carpinejar e foi publicado na coluna semanal do Jornal Zero Hora. http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2013/10/fabricio-carpinejar-amor-amor-ou-vinicius-de-moraes-4293274.html
Sou muito fã do Carpinejar, ele tem o dom de desvendar a alma dos apaixonados com muita sabedoria. Depois volto pra comentar esse texto!

 Amor Amor ou Vinícius de Moraes
Fabrício Carpinejar


Há uma ideia do amor exclusivo. Como se houvesse uma única chance na vida de amar. Ou é o amor eterno, ou era mentiroso. Ou acontece pela vida inteira, ou não funcionou.
E, quando acertamos um casamento, as opções anteriores são consideradas falsas – necessitamos apagar o passado. E, quando erramos um casamento, as opções anteriores são vistas como legítimas – desperdiçamos romances melhores.
Trata-se de uma visão limitada, de contar apenas com um endereço para o nosso coração. Mas amor é cigano, amor é mambembe, amor é viageiro.
Mas amor é tentativa, amor é insistência, amor é rascunho, amor é esboço, amor é esgotar as possibilidades e se recriar diante delas.
Só porque você amou antes, não significa que não pode amar de novo. Ou, só porque você amou antes, não significa que o próximo amor é falso e está fingindo. Só porque você se declarou a alguém, isso não compromete as próximas declarações.
Só porque você disse que era para sempre e terminou, não quer dizer que é um fingido.Todos os amores podem ser verdadeiros. Todos podem ser influentes.
Haverá um maior, sim, um amor decisivo, um amor transformador, um amor real, honesto e justo: o Amor Amor.
O Amor Amor não é egoísta, não vai isolá-lo da convivência. Você se duplicará para os próximos. Passará a amar os amigos como nunca. Passará a amar a família como nunca. É tanto amor, que sobrará para muitos.
O que deve prevalecer no temperamento é não desistir, não se entregar para o ressentimento, não defender os sentimentos parados condenando os outros que permanecem em movimento.
Eu acredito que quem casa ou namora várias vezes não é carente. Quem casa e namora várias vezes não é desesperado. Está se moldando à alegria, a superar as diferenças, a se separar, a recomeçar, a sangrar sozinho, a entender as dores e as imperfeições. Apresenta mais chance de ser feliz. Pois a felicidade é maleável, é macia, é elástica. A felicidade é feita para quem tem coragem de sofrer.
Desesperado e carente é aquele que não tenta e vive reclamando, praguejando, amaldiçoando os demais. Desesperado e carente é aquele que se esconde tão bem, que não se encontra e não se dá de verdade.
Desesperado e carente é aquele que não namora ou não casa para não ter que trabalhar emocionalmente e não se decepcionar. Alimenta-se de sombras, de sobras, de rancores.
Amor não é uma vez, são várias vezes até encontrar a pessoa predileta. A pessoa necessária. A pessoa fundamental. A pessoa que supera sua idealização, que lhe devolve a vontade de atravessar suas idades e tempos.
Daí, você descansa por estar andando, como diz minha mãe.
Amor é descansar em estar andando. E andar de mãos dadas jamais cansa.

sábado, 5 de outubro de 2013

Música pra alma!

Música pra alma!


Não sei se acontece isso com vocês... mas tenho uma relação no mínimo engraçada com algumas letras de músicas. Falo no sentido de ouvir, ouvir, ouvir diversas vezes por anos seguidos e nunca me atentar à letra. De repente, em algum momento da vida, a música toca ao fundo de uma cena na TV, ou num carro de som passando pela rua e eis que você percebe que a letra faz TODO sentido na sua vida, e aí, a músca toca mesmo é na alma!
Será que nunca tinha percebido isso antes? Ou será que o momento de vida me proporcionou tal identificação com a letra?
Essa semana aconteceu comigo (de novo!) no dia em que escrevi meu primeiro texto aqui pro blog.
Estava em casa assistindo a abertura do The Voice Brasil (que aliás, adoro) e o quarteto dos técnicos abriu o programa cantando "Já é" de Lulu Santos, numa versão inédita. (Confira abaixo)
Gente...como assim nunca tinha me atentado à letra dessa música? Representa exatamente o que falei ontem aqui, sobre "dúvidas sobre como estou, quem sou hoje, se era isso mesmo que eu tinha planejado pra minha vida".

 
 
Sei Lá (Lulu Santos)
 
Sei lá
Tem dias que a gente olha pra si
E se pergunta se é mesmo isso aí
Que a gente achou que ia ser
Quando a gente crescer
E nossa história de repente ficou
Alguma coisa que alguém inventou
A gente não se reconhece ali
No oposto de um déjà vu
Sei lá
Tem tanta coisa que a gente não diz
E se pergunta se anda feliz
Com o rumo que a vida tomou
No trabalho e no amor
Se a gente é dono do próprio nariz
Ou o espelho é que se transformou
A gente não se reconhece ali
No oposto de um vis a vis
Por isso eu quero mais
Não dá pra ser depois
Do que ficou pra trás
Na hora que já é!

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Desde pequena sempre gostei de ler e de escrever...
Ler porque é uma das melhores formas de viajar, conhecer pessoas, histórias, lugares, e, sem dúvidas, uma das melhores formas de relaxar! Passava horas na Bilbioteca, levava livros pra casa... de Paulo Coelho a Sideny Sheldon, leio de tudo... (até rótulo de embalagem e bulas de remédios), me distrai!
Escrever...comecei a fazer sem perceber algum sentido maior...
escrevia pra passar o tempo, pra preencher folha de agenda, até que percebi que escrever me acalmava, me tranquilizava e acima de tudo me clareava a mente, organizava as idéias...me proporcionava um auto entendimento que jamais imaginei que poderia ter um dia...
Trocava cartas com amigas - distantes ou próximas, às vezes escrevia para meus pais quando queria pedir alguma coisa, era mais fácil me expressar, (e dava resultado!)
Com a tecnologia as cartas foram substituídas por emails que em algumas épocas são mais frequentes... e numa dessas fases algumas amigas (em especial May e Flávia) começaram a me incentivar a escrever. Minha mãe Regina e o namorado Cid também foram grandes incentivadores.
Certo dia lendo textos de uma autora francana que admiro muito - Lúcia Brigagão - me identifiquei tanto com um texto, que quis dizer a ela o quanto suas palavras me tocavam e me levavam a reflexão. E então escrevi, no dia 01/06/2012, um email a Lucia. Tamanha foi minha alegria quando vi sua resposta e graças àquelas palavras tomei a decisão do SIM, VOU ESCREVER!
Lúcia, me permita compartilhar suas palavras que tanto me incentivaram:

"...escreva. Ponha no papel o que você sente, pensa, conjetura, deseja, sonha, percebe,
espera, quer, não teve mas vai ter, tem mas não quer mais: dê coragem para seu eu vir à tona. Sem medo da censura. Um dia você percebe que escreve mais com o coração, que com o cérebro. E aí uma Maria Paula lhe escreve e diz curitr o que você escreve: aí você alcançou a glória..."

Da decisão tomada até hoje sei que passou um tempo não muito curto apesar de rápido demais. (Não tenho percebido a passagem dos dias, logo será dezembro!) Nesse período por diversas vezes peguei papel e caneta, notebook e até o bloco de notas do celular e comecei a escrever, dava pausas, interrompia, voltava a escrever...mas só hoje finalmente publico meu primeiro "texto".
Não tenho a expectativa de ter nem um, nem dezenas, nem centenas de leitores. Inicialmente escrevo para mim! Mas se escrever me ajuda tanto, quem sabe não consiga ajudar também outras pessoas com minhas palavras...às vezes com os mesmos medos, as mesmas expectativas, o mesmo desabafo, ou simplesmente afinidades musicais, gastronômicas, culturais, geográficas! Se encontrar um leitor que seja, estarei feliz!
E se eu já consegui algum leitor, você deve estar agora se perguntando o porque do nome do blog!
A proximidade dos 30 anos me alertou para uma reflexão que tenho compartilhado com as amigas que estão na mesma idade. Dúvidas sobre como estou, quem sou hoje, se era isso mesmo que eu tinha planejado pra minha vida quando achava que os 30 anos era algo ainda tão distante. Além das dúvidas e dos medos, quais os anseios, o que esperar dessa nova fase, como me preparar para ela. E conto com minhas amigas para me ajudarem nisso!
Mas esse blog não tem um "assunto" específico, não quero falar de uma coisa só! Até porque os trinta vão virar trinta e um, trinta e dois, trinta e nove, quarenta, cinquenta...então quero falar mesmo é da vida e da maravilha que é viver, apesar de tudo!
Sejam bem vindos! (e me perdoem por possíveis falhas ortográficas)